4.3.1.3 Avaliação de riscos
A avaliação de riscos é um termo, comumente, utilizado, para abranger todo o
processo de identificação de perigos, avaliação de riscos e determinação de controles,
porém tanto a OHSAS 18001 como a OHSAS 18002 tratam cada elemento
individualmente (OHSAS 18002, 2008, p. 31). Segundo a OHSAS 18002 (2008, p. 31)
“avaliação de risco(s)” é um processo para estimar/calcular o(s) risco(s) proveniente(s)
de perigo(s), levando em consideração a adequação de qualquer controle existente, e
decidindo se o risco é ou não aceitável.”
Há diversos fatores que podem ser incluído no processo de entrada de
avaliação de riscos, entre quais destacamos alguns: detalhes sobre o(s) local(is) onde o
trabalho é realizado; proximidade e abrangência para interações perigosas entre
atividades no local de trabalho; competência dos profissionais que normalmente
realizam atividades perigosas; proximidades de outros profissionais (não pertencentes
ao local de trabalho) que podem ser afetados pelo trabalho perigoso; precisão e
confiabilidade dos dados disponíveis para a avaliação de riscos; entre outros. (OHSAS
18002, 2008, p. 31 e 32).
“É impreterível que a avaliação de riscos seja efetuada por profissionais
competentes, quanto à metodologia e técnicas pertinentes de avaliação de riscos.”
(OHSAS 18002, 2008, p. 31 e 32).
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Entre as diversas metodologias existentes, na identificação de perigos e
avaliação de riscos, estaremos apresentando uma das mais usuais, a saber: Análise
Preliminar de Riscos (APR). A APR idealizada pelo Departamento de Defesa dos
Estados Unidos é uma técnica que consiste na formação de grupos de trabalho,
multifuncionais (não apenas da equipe de SST), que utilizam um formulário específico,
vide Figura 5, objetivando a análise de cada uma das origens levantadas, a fim de
identificar os perigos existentes, em quais situações estes perigos ocorrem, quais os
danos podem gerar e realizar uma avaliação de riscos. A APR é concluída por meio de
raciocínio coerente, ou seja, através de um processo baseado na realização de
hipóteses através de dados observáveis, permitindo indicar a ocorrência de uma
determina origem, mas jamais por intuição, ou melhor, por hipóteses infundadas, as
quais independem de raciocínio ou de análise (BENITE, 2006, p. 50).
Figura 5
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